O Painel consolida a organização ao vivo: contagem de entregas, planos de trabalho ativos, pessoas ativas e equipes; horas orçadas e custo orçado a partir do esforço planejado; distribuição por status de entrega e por estágio de plano; e o top 10 de entregas por hora/custo. Há um filtro por equipe.
Escolher o período. No alto da página, ao lado do filtro de equipe, o seletor Período abre em Acumulado (hoje), que é o painel de sempre. Escolha Mês, Trimestre, Ano ou Personalizado (de uma data a outra, no máximo até hoje) e as horas, o custo e os dois gráficos de top 10 passam a contar só o trabalho daquele recorte: os blocos viram Horas planejadas no período e Custo no período. Um plano de trabalho que atravessa a virada do mês entra em cada mês na proporção dos dias úteis (de segunda a sexta) que caem nele. As regras de sempre continuam valendo: só contam planos assinados pelos dois lados, e o trabalho dos AI workers fica fora das horas e do custo das pessoas. Há uma diferença de propósito. No Acumulado, as horas e o custo deixam de fora as entregas concluídas e canceladas, porque mostram o esforço ainda em jogo. Num período, entra todo o trabalho planejado para ele, em qualquer situação, porque o que se quer ver é o que foi alocado naquele recorte.
As contagens do topo (entregas, planos de trabalho ativos, usuários ativos e equipes) e as duas roscas continuam mostrando o dia de hoje. A tela avisa isso logo abaixo do título e marca as roscas com "· hoje".
No período. Com um período escolhido, aparece a faixa No período, com quatro números: Entregas com trabalho, Pessoas com plano, Prazos remarcados (das entregas com prazo planejado dentro do período, quantas tiveram o prazo mudado) e Ciclos avaliados pelo gestor (a parcela dos ciclos terminados no período que o gestor avaliou de fato). Marque Comparar com o período anterior e cada número ganha a variação contra o período imediatamente anterior, do mesmo tamanho: julho contra junho, um trimestre contra o trimestre de antes. A variação vem sempre escrita, com ▲ ou ▼ e o número, e nunca só por cor, porque subir pode ser bom ou ruim conforme o número.
Leituras. Quatro cartões leem o trabalho além das somas. Com um período escolhido, eles leem aquele período; no Acumulado, leem os últimos 90 dias, e o título diz qual dos dois. Cada cartão só tira conclusão com dados suficientes: abaixo do mínimo, ele avisa que ainda não dá para ler.
- Prazos: quantas das entregas com prazo no período foram remarcadas, o atraso médio e o mediano em dias, quantas horas estavam nessas entregas e as Maiores remarcações, com link para cada entrega. Entregas canceladas e recorrentes ficam fora. O mínimo é de 5 entregas com prazo no período.
- Fragmentação: quantas entregas cada plano de trabalho cobriu (mediana e máximo), quanto das alocações ocupa até 10% do tempo do plano e quantas entregas passaram por gente demais (o dobro da mediana de pessoas por entrega, e no mínimo 3). Ver pessoas abre a lista com o nome de cada pessoa, as datas do plano e o número de entregas. Quem revisa ou modela costuma tocar muitas entregas por natureza, então o número pede conversa, não julgamento. O mínimo é de 3 pessoas com plano no período.
- Disciplina de gestão: quantos ciclos o gestor avaliou, quantos fecharam com 3★ automático por falta de avaliação e quantas decisões as pessoas registraram no período. Na parte Hoje, ficam as entregas ativas (fora as concluídas, canceladas, pausadas e recorrentes) sem nenhuma atualização feita por uma pessoa, na entrega ou nas tarefas dela, há 14 dias ou mais, e os planos de trabalho parados em edição há 7 dias ou mais.
- Dependência de uma pessoa: entre as entregas ativas com trabalho de pessoas (fora as concluídas, canceladas, pausadas e recorrentes; AI worker não conta), quantas têm uma pessoa só e em quantas uma pessoa tem 80% ou mais das horas, quantas horas estão nelas e quem sustenta essas entregas sozinho. Ver entregas abre a lista, com a parte de cada pessoa. Entrega pequena com uma pessoa é normal: o número pede conversa, não julgamento. O mínimo é de 5 entregas ativas com trabalho e 3 pessoas com plano.
Evolução. No fim da página, a faixa Evolução mostra mês a mês, com as mesmas contas do período, os últimos 12 meses ou, em Desde o início, desde o primeiro plano assinado (no máximo três anos). O primeiro gráfico, Para onde foi o esforço do mês, empilha as horas de cada mês pela situação de hoje da entrega que as recebeu (concluída no prazo ou com atraso; aberta no prazo, com prazo remarcado ou vencido; recorrente; sem prazo; cancelada), com a linha do custo para quem vê custo. No topo, hachurado, vem o outro trabalho dos planos, fora de entregas (reuniões, gestão, apoio, treinamento): as porcentagens são do total planejado no mês, e a linha do custo segue só as entregas. Concluída com atraso é a que teve o prazo remarcado ou foi concluída, pelo histórico de mudanças, depois do prazo planejado; os meses recentes têm mais entregas abertas porque elas ainda não terminaram. Ao lado, Horas planejadas por equipe divide as horas em entregas pela equipe do plano de trabalho (quem fez o trabalho naquele mês); abaixo, Esforço por equipe soma, nos meses da faixa, as horas de cada equipe em entregas e fora delas, com o custo para quem vê custo. Os outros gráficos mostram entregas com trabalho, concluídas e remarcadas; os prazos do mês; a disciplina de gestão; e as pessoas com plano, com a mediana de entregas por plano.
A faixa segue só o filtro de equipe, e o mês corrente aparece mais claro. Mês sem dados suficientes fica como lacuna, nunca como zero; nas linhas, um tracejado liga lacunas de até três meses. As conclusões vêm do histórico de mudanças: os meses anteriores a ele ficam sem número, e a faixa diz isso. O pequeno gráfico ao lado do título de cada cartão mostra os últimos seis meses do mesmo número (com pelo menos três meses medidos) e leva ao gráfico completo.
Leituras dos relatos. Abaixo das Leituras, três cartões contam o que as pessoas escreveram, no período escolhido (ou nos últimos 90 dias, no Acumulado):
- Entregas em risco segundo os relatos: pelo relato mais recente de cada entrega aberta, quantas estão em risco, pedem atenção ou estão no rumo, com o trecho que justifica e quem escreveu.
- O que trava a equipe: a parcela dos relatos que cita algum bloqueio, e quais: aguardando terceiros, falta de informação, retrabalho, problema técnico, mudança de escopo, sobrecarga.
- Qualidade do feedback do gestor: quantas avaliações escritas pelo gestor citam fatos concretos e apontam um próximo passo, e quantos ciclos fecharam com 3★ automático.
O Orion lê cada texto uma vez, quando ele é escrito ou editado; o painel só conta. O trecho citado é sempre literal. Um texto novo leva até meia hora para entrar, e o rodapé diz quantos relatos do período já foram lidos.
O painel inteiro segue o filtro de equipe. Numa organização com Privacidade por time ligada, quem tem o perfil Usuário vê no painel inteiro só as equipes a que pertence. Isso inclui contagens, roscas, horas, custo, os dois top 10, leituras e evolução. Título de entrega e nome de pessoa de outra equipe não chegam a essa pessoa. Admin, RH e Auditoria continuam vendo a organização toda.
A moeda. O dinheiro aparece na moeda da organização, a do cadastro (reais, dólares ou outra), no painel, na página da entrega, na lista de entregas e no plano de entregas. Organização antiga sem moeda gravada aparece em reais.
Um detalhe de privacidade que vale saber: os valores de custo são removidos no servidor para quem não tem acesso ao custo — não é a tela que esconde: o número não sai do servidor. Quem vê o painel e quem vê o custo é escolha de cada organização, na página Organização, em Acesso ao painel, ao custo e à avaliação média. No padrão, todos veem o painel, e o custo fica com o Admin da organização e com quem tem papel de gerente em alguma equipe — assistentes, membros, observadores, RH e Auditoria não o recebem. Quem não tem acesso ao painel não vê o item no menu, e quem abrir o endereço direto recebe um aviso. Salário segue outra régua — o seu você sempre vê no seu perfil; o de outra pessoa, só Admin e RH.
