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Processos judiciais: saber em que pé está o seu

Quem tem um processo judicial vive a mesma cena: o advogado avisou uma vez, faz meses, e desde então o silêncio. Você não sabe se andou, se parou, se alguém está esperando alguma coisa de você. Entrar no site do tribunal não resolve — a tela mostra dezenas de linhas escritas para quem já sabe ler processo.

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O Orion resolve essa parte. Ele lê o andamento oficial do seu processo, te diz em que etapa ele está, se está andando ou parado, traduz o que foi publicado para português comum, e avisa você sozinho quando sair coisa nova. É informação, não é defesa: o Orion informa, traduz e lembra — quem defende, orienta e assina é o seu advogado.

O que você precisa

Só o número do processo: os 20 dígitos que estão no papel do fórum ou na mensagem do seu advogado. Pode mandar com pontos e traços ou só os números, tanto faz.

Se você errar um dígito, ele não inventa outro processo: o número tem um dígito de conferência, então o Orion percebe o erro e ainda te diz qual seria o número certo para aquela sequência.

Como perguntar

Na conversa do WhatsApp, do jeito que você falaria com uma pessoa:

  • "Como está meu processo?"
  • "Andou alguma coisa no processo 5106223-45.2021.8.13.0024?"
  • "O juiz já decidiu?"
  • "Estou sendo processado, e agora?"

E ele responde com o que importa: em que etapa o processo está dentro da jornada dele, há quantos dias não acontece nada, quantas decisões saíram no último ano, e quais foram as últimas.

Um detalhe que muda tudo: um processo real acumula centenas de linhas, e a esmagadora maioria é rotina — juntada, conclusão, remessa. O Orion sabe distinguir decisão de burocracia, e só te mostra o que decidiu alguma coisa. Num processo de cinco anos com 130 movimentações, isso costuma dar menos de dez linhas que você precisa ver.

"Mas o que isso quer dizer?"

Essa é a pergunta que ninguém responde. O texto que sai no diário oficial é escrito por juristas para juristas.

Peça: "o que essa publicação quer dizer?" — e o Orion traduz. Ele diz o que aconteceu, quem pediu o quê, se exige alguma ação, de quem é o prazo e até quando. Ele copia os valores como estão, não suaviza ("audiência" não vira "encontro") e não inverte o lado — quem cobra continua sendo quem cobra.

Ser avisado sem perguntar

O melhor uso não é perguntar: é não precisar perguntar.

Diga "acompanhe esse processo" e dê um apelido — "a ação do fornecedor". A partir daí o Orion confere sozinho, todo dia, e fala com você quando sair decisão ou publicação nova. Você não precisa mais entrar no site do tribunal.

Ele confere em duas fontes ao mesmo tempo, porque elas não mostram a mesma coisa: o andamento oficial do processo é onde a decisão aparece primeiro, e o diário oficial é onde está o texto dela. Um processo pode receber intimação por mandado, por carta ou pelo portal do tribunal, e isso não passa pelo diário — por isso as duas.

O apelido não é enfeite. É por ele que você pede depois: "e o do fornecedor, andou?"

Para parar: "pare de acompanhar o do fornecedor". Para saber o que ele acompanha: "quais processos você está acompanhando?"

O aviso mensal — mesmo quando não aconteceu nada

Um processo pode passar meses sem nada relevante. Isso é normal, mas do seu lado "nada aconteceu no meu processo" e "o Orion parou de funcionar" são a mesma experiência: nenhuma mensagem.

Por isso, se passar cerca de um mês sem ele falar com você sobre um processo acompanhado, ele manda um resumo mesmo assim: conferi, está nesta etapa, houve tanto de movimentação de rotina, e nada exigiu você. Silêncio vira informação.

Por voz, no aplicativo

Funciona igual falando. Você pode perguntar "como está a ação do fornecedor?" e ouvir a resposta — não precisa ditar os 20 dígitos, porque o apelido basta depois que o acompanhamento já está ligado.

Para ligar um acompanhamento novo por voz, aí sim ele vai precisar do número. Ele repete os dígitos que entendeu e espera você confirmar antes de gravar.

Onde isso fica

Nos dois lugares, com a mesma informação: na conversa do WhatsApp (e por voz no aplicativo), e no box Processos dentro do seu Orion, na web — que mostra a linha do tempo inteira, o texto completo das publicações, as partes e os advogados com OAB.

O que ele não faz

Esta é a parte mais importante da página.

  • Não é seu advogado e não dá conselho jurídico. Não diz se você vai ganhar, quanto vai receber, nem se vale aceitar um acordo. Quando você pergunta isso, ele formula a pergunta certa para você levar ao seu advogado.
  • Não controla prazo para recorrer. Prazo processual é responsabilidade do seu advogado. O Orion avisa que saiu publicação; ele não conta o prazo por você.
  • Não entra no processo com a sua senha. Ele lê o que é público: a capa, o andamento e o que foi publicado no diário oficial. Petições, documentos anexados e o valor da causa exigem login como parte ou advogado — e ele nunca pede a sua senha para nada.
  • Não abre processo em segredo de justiça. Se o processo corre em segredo, ele recusa e explica, mesmo que você seja a parte.

Os limites, ditos na cara

  • Tribunais cobertos: Justiça Estadual (todos os TJs), Justiça Federal, Justiça do Trabalho, STF e STJ. Justiça Eleitoral e Militar ainda não.
  • Matéria criminal: o produto foi desenhado para causas cíveis e trabalhistas. Se o processo for criminal, ele avisa que a leitura da jornada não descreve bem esse tipo de caso.
  • O diário oficial eletrônico nacional só existe desde 2023. Publicação anterior a isso pode não ter texto disponível — o andamento continua completo, mas sem o texto para traduzir.
  • Nem tudo passa pelo diário. Intimação por mandado, carta ou portal do tribunal aparece no andamento e não no diário.
  • Tradução das movimentações: o Orion usa a tabela oficial de códigos do CNJ. Quando encontra um código que ainda não conhece, ele diz a porcentagem que conseguiu traduzir em vez de fingir que entendeu tudo.
  • 50 consultas por dia por conta. O acompanhamento automático não gasta esse limite.

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